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Prefeitura de Altamira Assina Ordem de Serviço de R$ 1 Milhão para Requalificação da Orla do Cais

quarta-feira, agosto 12, 2026

O projeto prevê a modernização das estruturas, trazendo um novo desenho arquitetônico que integra os quiosques aos demais espaços

Projeto de requalificação dos quiosques na Orla do Cais em Altamira
📸 REQUALIFICAÇÃO: Projeto arquitetônico prevê a modernização dos 18 quiosques e banheiros da Orla do Cais. (Foto: Divulgação / Ascom PMA)

ALTAMIRA (PA) — A Prefeitura de Altamira realiza, neste sábado, 15 de agosto, às 19h, na Orla do Cais, a assinatura da Ordem de Serviço para a requalificação dos quiosques e banheiros da Orla do Cais. A intervenção corresponde à 2ª etapa do projeto de Requalificação da Orla do Cais e contará com investimento de R$ 1 milhão e prazo previsto de seis meses para execução.

O projeto prevê a reforma e requalificação dos 18 boxes existentes, além da reforma e revitalização dos banheiros. A proposta é promover uma transformação física, funcional e visual das estruturas, melhorando as condições de infraestrutura, manutenção, segurança e adequação sanitária, além de proporcionar mais conforto para comerciantes, moradores e visitantes.

A nova configuração busca transformar o conjunto de quiosques em um ambiente mais organizado, moderno, funcional e atrativo, fortalecendo a vocação gastronômica do Cais. A intervenção estará contribuindo para melhores condições de trabalho, qualificação do atendimento ao público e fortalecimento da gastronomia como atividade geradora de emprego e renda.

Arquitetura, Identidade Regional e Valorização Econômica

Além da modernização das estruturas, o projeto prevê uma nova concepção arquitetônica para integrar os quiosques aos demais equipamentos existentes, incluindo a Casa do Artesanato. Os módulos serão organizados para favorecer a circulação de pessoas, a permanência e a convivência, criando espaços mais adequados para alimentação, lazer e utilização do local por moradores e turistas.

A proposta arquitetônica também incorpora elementos relacionados à identidade regional. Entre eles estão pinturas geométricas inspiradas na estética indígena, utilizadas como referência à importância histórica, cultural, social e política dos povos originários e como elemento de integração da nova estrutura à identidade de Altamira.

Outro aspecto previsto é a valorização da Orla durante o período noturno, com melhorias que buscam proporcionar melhor desempenho visual dos espaços. O conjunto das intervenções pretende tornar o local mais confortável e convidativo, fortalecendo sua utilização como espaço de gastronomia, lazer, convivência e visitação.

A obra também busca fortalecer a economia local por meio da valorização dos permissionários. Com estruturas modernizadas e melhores condições de atendimento, a expectativa é ampliar a atratividade do espaço para consumo e permanência. O empreendimento integra o programa Requalificação Orla do Cais – Ministério das Cidades, tendo como responsável a Prefeitura de Altamira, por meio da Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan).

Detalhe Informação
Obra / Etapa 2ª Etapa - Requalificação dos Quiosques e Banheiros da Orla do Cais
Investimento R$ 1.000.000,00
Prazo de Execução 6 meses
Escopo das Obras Reforma de 18 boxes, banheiros, iluminação noturna e paisagismo
Programa / Parceria Programa Requalificação Orla do Cais – Ministério das Cidades / Seplan PMA
Fonte da Notícia Ascom/PMA

Modernização do Aeroporto de Altamira chega a reta final

quinta-feira, agosto 06, 2026

Modernização Infraestrutural e Conectividade no Interior da Amazônia

Aeroporto de Altamira
Vista das obras de ampliação e modernização do Aeroporto de Altamira (ATM).

O Aeroporto de Altamira (ATM), no sudoeste do Pará, ingressa em uma nova etapa de suas operações após a entrega das obras de ampliação e modernização conduzidas pela concessionária espanhola Aena. O investimento eleva a capacidade do terminal para até 200 mil passageiros por ano, com adequações na infraestrutura terrestre e operacional que buscam suprir um gargalo histórico de conexão na calha do Xingu.

As intervenções focaram em gargalos operacionais do terminal:

  •  Sala de Embarque: Ampliada em 370 m², minimizando o fluxo saturado em horários de pico.
  • Canal de Inspeção: A área do raio-X triplicou de tamanho, alcançando 148 m² para agilizar a triagem de segurança.
  • Área de Check-in: Aumentada para 249 m². O grande destaque tecnológico foi a instalação do sistema BHS (Baggage Handling System), que é um complexo sistema automatizado de esteiras, leitores epistas usado em aeroportos para transportar, rastrear, triar e entregar as malas despachadas pelos passageiros um recurso automatizado para triagem e processamento de bagagens padrão usados nos principais hubs do país.

Atualização Operacional e de Segurança

Por outro lado, as adequações visam adequar o aeródromo às demandas da aviação comercial pesada:

SetorMelhoria ImplementadaImpacto Operacional
Pátio de AeronavesCapacidade para até 3 aeronaves Classe C simultâneasPermite operação contínua de jatos como Boeing 737 e Airbus A320.
Cabeceiras da PistaImplantação de RESA (Runway End Safety Area)Aumenta a segurança em manobras de pouso e decolagem.
Auxílio VisualInstalação do sistema PAPIMelhora a precisão de aproximação das aeronaves em condições desfavoráveis.
SinalizaçãoRenovação das marcações na pista e no pátioEleva os padrões operacionais conforme exigências da ANAC.

A Infraestrutura vs. Oferta de Voos

Se por um lado a Aena cumpre as exigências regulatórias do contrato de concessão — entregando um terminal mais seguro e confortável —, por outro, a ampliação expõe o paradoxo do setor aéreo no interior da Amazônia.

Para responder a essas indagações a empresa aérea Aena Brasil, informou que as estratégia para viabilizar a esse problema, também inclui diálogo permanente com companhias aéreas para ampliar a oferta de voos, incentivar novas ligações entre cidades do interior e os principais centro do país, além de estimular operações com aeronaves de maior capacidade.


Detalhe da nova infraestrutura do pátio e terminal de passageiros em Altamira.

A elevação da capacidade nominal para 200 mil passageiros por ano coloca a infraestrutura física à frente da atual oferta de malha aérea na região. O desafio imediato deixa de ser de engenharia civil e passa a ser econômico-regulatório: atrair e consolidar rotas comerciais regulares com aeronaves de maior porte, tornando a tarifa mais acessível e viabilizando o fluxo para o agronegócio, serviços e energia.

A modernização física é um passo fundamental para o desenvolvimento do sudoeste paraense, mas seu impacto real na integração regional dependerá da capacidade do mercado em converter espaço físico em assentos disponíveis e voos diários.

Belo Sun Informa Encerramento Definitivo de Ação Judicial Ligada ao Projeto Volta Grande em Altamira

segunda-feira, agosto 03, 2026
Belo Sun Mining - Projeto Volta Grande
Justiça Federal encerra Ação Civil Pública sobre o Projeto Ouro Volta Grande, da Belo Sun. (Foto: Reprodução / Belo Sun Mining)

ALTAMIRA (PA) — A Belo Sun Mining Corp. anunciou que a Ação Civil Pública movida pela Defensoria Pública da União (DPU) contra sua subsidiária brasileira e o Estado do Pará foi encerrada em definitivo pela Justiça Federal, sem julgamento do mérito. Como não cabem mais recursos, o processo foi arquivado.

A ação contestava o Estudo do Componente Indígena (ECI) no âmbito da Licença de Instalação (LI) do Projeto Ouro Volta Grande. A DPU solicitava a suspensão do licenciamento ambiental até a conclusão de novos estudos e consultas às comunidades indígenas locais, com foco nos povos Arara da Volta Grande e Juruna da Terra Indígena Paquiçamba.

Ao analisar o caso, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) confirmou, por unanimidade, o arquivamento do processo. O tribunal entendeu que a ação duplicava os mesmos pedidos e argumentos de um processo anterior. Como a DPU não apresentou recurso dentro do prazo legal, a decisão tornou-se final e definitiva.

Em nota, o CEO da Belo Sun, Clovis Torres, destacou a importância da decisão para a segurança jurídica do empreendimento:

"Esta decisão final é um marco importante para a Belo Sun e valida nossa posição legal. Ela reforça nossa confiança no Judiciário brasileiro enquanto seguimos focados em avançar com o projeto de forma responsável, mantendo o diálogo aberto com as comunidades locais e gerando valor a longo prazo para nossos acionistas."

A mineradora reiterou que continuará atuando na defesa de suas licenças e informando o mercado e a sociedade sobre o andamento do projeto na região do Médio Xingu.


Informações: Belo Sun Mining Corp.

Norte Energia inicia obras da Nova Sede da CASAI em Altamira

sábado, julho 25, 2026

O Projeto da Nova Sede da CASAI em Altamira e os Desafios da Assistência no Médio Xingu

Projeto da Nova Sede da CASAI em Altamira
Área da futura instalações nova Casa de Apoio à Saúde Indígena (CASAI) em Altamira. (Foto: Divulgação)

ALTAMIRA (PA) — A atenção à saúde dos povos originários no Médio Xingu se prepara para um divisor de águas infraestrutural. O projeto da nova sede da Casa de Apoio à Saúde Indígena (CASAI) de Altamira representa um avanço essencial para o atendimento, acolhimento e tratamento de saúde de mais de 3,5 mil indígenas de pelo menos dez etnias da região.

Historicamente marcada por crises de superlotação, improvisações em imóveis alugados e gargalos logísticos, a CASAI Altamira é a principal porta de entrada e suporte para pacientes encaminhados das aldeias para a rede de média e alta complexidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

Detalhes do Projeto e Estrutura Técnica

O projeto arquitetônico e urbanístico foi planejado para atender às especificidades socioculturais das populações indígenas, garantindo dignidade no acolhimento e biossegurança nas rotinas médicas.

Vídeo gravado por populares mostra  a grande área da futura Sede da nova CASAI Altamira. (Vídeo: Internet)

Segundo dados apurados, a nova sede está projetada para ocupar uma área de 11 hectares (110.000 m²), permitindo ampla arborização e espaço ao ar livre. Com localização estratégica, a nova estrutura ficará situada no Bairro São Domingos, nas proximidades da Rodovia Transamazônica (BR-230), facilitando a logística de acesso terrestre e o translado para os centros hospitalares do município.

Ainda de acordo com as informações, a nova sede terá capacidade de acolhimento para abrigar confortavelmente mais de 160 indígenas simultaneamente (entre pacientes e acompanhantes), dobrando a capacidade histórica das instalações atuais.

Estrutura Funcional Prevista:
  • Bloco de triagem, salas de enfermagem e atendimento ambulatorial 24 horas.
  • Dormitórios espaçosos com suporte para redes (respeitando o hábito tradicional das etnias) e leitos adaptados.
  • Refeitório amplo e cozinha industrial com preparo nutricional adequado.
  • Área de convivência externa, redários e espaços culturais integrados à vegetação nativa.
  • Setor administrativo para equipes do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI Altamira).

Modelo de Financiamento e Contrapartidas

Parâmetro Detalhe
Origem dos Recursos Plano Básico Ambiental - Componente Indígena (PBA-CI) / Licenciamento Ambiental da UHE Belo Monte.
Execução e Obras Concessionária Norte Energia em articulação com a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI).
Gestão Operacional DSEI Altamira / Ministério da Saúde.

A Condicionante: A construção de infraestruturas definitivas de saúde e educação para as populações atingidas integra as obrigações do licenciamento ambiental de Belo Monte. A entrega da nova CASAI faz parte do pacote de repactuações e adequações cobradas pelos conselhos indígenas e órgãos de fiscalização federal.

Desafios para a Efetividade da Assistência

Embora a nova estrutura física represente um ganho indiscutível em relação às instalações precárias do passado, a análise crítica da saúde indígena no Médio Xingu exige atenção para três fatores centrais:

  • Garantia de Insumos: Edificações modernas não funcionam sem fluxo contínuo de recursos. É indispensável assegurar que a SESAI e o DSEI mantenham o abastecimento regular de medicamentos, insumos hospitalares e alimentação adequada às especificidades étnicas.
  • Corpo Técnico Fixo: A ampliação do espaço físico exige a fixação e valorização de equipes multiprofissionais de saúde indígena (médicos, enfermeiros, técnicos e agentes de saúde), reduzindo a rotatividade de profissionais na região.
  • Respeito à Interculturalidade: A gestão do espaço deve assegurar um ambiente humanizado, respeitando a diversidade linguística e os costumes de etnias como Xipaya, Kuruaya, Juruna, Parakanã, Arara, Araweté, Kararaô e Asurini, que utilizam o espaço simultaneamente.

A consolidação da nova sede da CASAI em Altamira é um passo fundamental para quitar uma dívida histórica de infraestrutura social na região do Xingu. Cabe agora aos órgãos de controle e à sociedade civil acompanhar para que a excelência da obra física se traduza em atendimento de saúde humanizado, eficiente e contínuo.


Por: Diário Online de Altamira

Clínica Novos Ventos realiza mais de 2,5 mil atendimentos à comunidade no primeiro semestre de 2026

sexta-feira, julho 24, 2026

Clínica Novos Ventos encerra primeiro semestre de 2026 com mais de 2,5 mil atendimentos gratuitos em Altamira

Clínica Novos Ventos - Faculdade Serra Dourada
Atendimentos gratuitos nas áreas de Psicologia, Fisioterapia, Nutrição e Odontologia em Altamira. (Foto: Divulgação / Ascom)

A Clínica Novos Ventos, da Faculdade Serra Dourada de Altamira, encerrou o primeiro semestre de 2026 com a marca de 2.555 atendimentos realizados à comunidade nas áreas de Psicologia, Fisioterapia, Nutrição e Odontologia. Os serviços gratuitos reforçam o compromisso da instituição com a formação prática dos acadêmicos e com a ampliação do acesso da população aos cuidados em saúde.

Balanço dos Atendimentos Realizados

De acordo com o levantamento da clínica, a Psicologia foi a área com maior volume de atendimentos, totalizando 1.220 sessões realizadas para 182 pacientes. Na Fisioterapia, foram registrados 310 atendimentos destinados a 38 pacientes, enquanto a área de Nutrição contabilizou 83 atendimentos, beneficiando 75 pessoas.

Na Odontologia, foram prestados 942 atendimentos ao longo do semestre, sendo 919 consultas e procedimentos clínicos e outros 23 destinados especificamente à população indígena, evidenciando o compromisso da instituição com a inclusão e a assistência a diferentes públicos da região.

Integração entre Ensino e Comunidade

Além de oferecer atendimento gratuito e supervisionado, a Clínica Escola Novos Ventos proporciona aos estudantes a vivência prática da profissão, aproximando o ensino das necessidades da comunidade e contribuindo para a formação de profissionais mais preparados para atuar no mercado de trabalho.

Palavra da Direção:
"Cada atendimento realizado representa uma oportunidade de cuidado com a população e, ao mesmo tempo, um momento de aprendizado para nossos estudantes. A Clínica Escola Novos Ventos traduz o compromisso da Faculdade Serra Dourada com uma formação de excelência, baseada na prática, na responsabilidade social e na transformação da realidade por meio da educação", destaca a diretora da Faculdade Serra Dourada de Altamira, Daiane Oliveira.

A Clínica Escola Novos Ventos integra a estrutura de ensino da Faculdade Serra Dourada e oferece atendimentos gratuitos realizados por acadêmicos, sempre sob a supervisão de professores e profissionais habilitados. A iniciativa fortalece a relação entre ensino, extensão e responsabilidade social, promovendo benefícios diretos para a população de Altamira e região.


Fonte: Ascom / Clínica Novos Ventos

Obras emergenciais e de manutenção avançam na BR-230 e reforçam a trafegabilidade no Pará.

terça-feira, julho 14, 2026
Obras do DNIT na BR-230
Máquinas na pista: DNIT intensifica frentes de trabalho ao longo da Rodovia Transamazônica. (Foto: Divulgação)

A obra executada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) segue avançando em importantes corredores logísticos do Pará. Ao longo da rodovia BR-230 (Transamazônica), equipes trabalham simultaneamente em serviços emergenciais, manutenção, conservação e implantação de obras estruturantes, com o objetivo de garantir melhores condições de trafegabilidade, ampliar a segurança viária e assegurar o fluxo de pessoas e mercadorias em uma das regiões mais estratégicas para a integração nacional.

A rodovia desempenha papel fundamental no desenvolvimento econômico da região Norte. Além de conectar municípios paraenses, ela viabiliza o escoamento da produção agropecuária e mineral, o abastecimento das cidades e o acesso da população a serviços essenciais. Diante das características climáticas da região amazônica e da intensa circulação de veículos pesados, a atuação contínua do DNIT é indispensável para preservar a funcionalidade dessas vias durante todo o ano.

Ao longo da rodovia, diferentes frentes de trabalho estão distribuídas entre os municípios de Medicilândia, Uruará, Rurópolis, Altamira e Novo Repartimento. Entre as intervenções em execução estão obras emergenciais para recuperação de pontos críticos, melhoria do greide da rodovia, alargamento da plataforma, readequação dos sistemas de drenagem e reconformação da pista, além da aplicação de soluções em solo-cimento e solo-brita, revestimento primário e limpeza dos dispositivos de drenagem.

No trecho entre Uruará e Rurópolis, dez pontos críticos recebem intervenções emergenciais voltadas à recuperação das condições de circulação. Já entre Medicilândia e Uruará, outros 18 pontos críticos passam por obras emergenciais, com cronograma de execução estimado em 90 dias.

Trecho entre Uruará e Rurópolis
BR-230 - Trecho entre Uruará e Rurópolis. (Foto: Divulgação)
Trecho entre Uruará e Medicilândia
BR-230 - Trecho entre Uruará e Medicilândia. (Foto: Divulgação)

Também estão em andamento melhorias na manutenção localizadas em Rurópolis, incluindo intervenções no encabeçamento da ponte sobre o rio Boiaçu, adequações no acesso ao bairro Leitoso e tratamento de segmentos do perímetro urbano da BR-230.

Perímetro urbano em Rurópolis
BR-230 - Perímetro urbano em Rurópolis. (Foto: Divulgação)

As ações contemplam ainda a substituição gradual de pontes de madeira por estruturas definitivas em concreto. Está prevista a construção das pontes sobre os rios Arrependido, Cearense, Magú e Gameleira. A ponte sobre o rio Arrependido já está em execução e alcança a etapa de mesoestrutura, com previsão de conclusão em aproximadamente 90 dias. Além disso, cerca de 100 quilômetros entre Novo Repartimento e Altamira devem receber revitalização da sinalização horizontal, reforçando a segurança dos usuários até o fim desse semestre.

Ponte sobre o Rio Xingu atinge 63% de conclusão
Outro importante empreendimento em execução é a construção da ponte sobre o rio Xingu, que já alcançou 63,43% de avanço físico. Na margem de Anapu, seguem a evolução do mastro P2 montante por meio de forma deslizante, o avanço do trecho de disparo P1C e o início das atividades no mastro P2 jusante, na região da câmara de estais.

Na margem de Vitória do Xingu, os trabalhos concentram-se na montagem de cimbramentos e formas do vão P4B-P4C, execução das armações das longarinas e transversinas, além do avanço da viga travessa do mastro P3, incluindo armação, formas e concretagens. Também foram iniciadas as atividades nos mastros P3 montante e jusante, com previsão de protensão nas próximas etapas da obra.

As intervenções reforçam o compromisso do DNIT em manter a infraestrutura rodoviária federal em condições adequadas de uso, promovendo maior segurança viária, melhoria da mobilidade e fortalecimento da logística de transporte no Pará. A continuidade das obras representa um investimento estratégico para o desenvolvimento regional, contribuindo para a integração dos municípios, a redução dos custos de transporte e o crescimento econômico da Amazônia.


Fonte: br230pa.com.br

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