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Senado aprova criação da Universidade Federal do Xingu e amplia debate sobre interiorização do ensino superior na Amazônia

terça-feira, junho 09, 2026

Projeto prevê desmembramento do campus da UFPA em Altamira e criação de uma nova universidade federal para atender a região da Transamazônica e do Xingu

Imagem meramente Ilustrativa/ Universidade Federal do Xingu -Altamira - Pará

O ensino superior público no Pará deu mais um passo rumo à expansão. A Comissão de Educação e Cultura (CE) do Senado Federal aprovou, no dia 9 de junho, o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 359/2017, que cria a Universidade Federal do Xingu (UFX), com sede em Altamira, no sudoeste paraense. A proposta é de autoria do ex-senador paraense Paulo Rocha (PT-PA) e recebeu parecer favorável da senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO). Agora, a matéria segue para análise da Câmara dos Deputados, caso não haja recurso para votação em plenário no Senado.

A nova instituição será criada a partir do desmembramento do Campus Universitário de Altamira da Universidade Federal do Pará (UFPA), fortalecendo a política de interiorização do ensino superior federal na Amazônia. A proposta busca conferir maior autonomia administrativa, acadêmica e financeira à unidade, permitindo a ampliação da oferta de cursos, projetos de pesquisa e ações de extensão voltadas às necessidades específicas da região.

Área de abrangência

De acordo com o projeto aprovado, a Universidade Federal do Xingu atenderá diretamente 15 municípios paraenses:

  • Altamira
  • Anapu
  • Aveiro
  • Brasil Novo
  • Gurupá
  • Itaituba
  • Jacareacanga
  • Medicilândia
  • Novo Progresso
  • Pacajá
  • Placas
  • Porto de Moz
  • Senador José Porfírio
  • Uruará
  • Vitória do Xingu

Juntos, esses municípios concentram aproximadamente 430 mil habitantes em uma área estimada em 260 mil quilômetros quadrados, extensão territorial superior à de diversos estados brasileiros.

Desafio histórico da Amazônia

A criação da UFX ocorre em um contexto de grandes desafios para a democratização do ensino superior na Amazônia. As longas distâncias entre municípios, a dependência do transporte fluvial em muitas localidades e a concentração das instituições de ensino nas capitais dificultam o acesso de milhares de estudantes às universidades públicas.

Segundo a justificativa apresentada pelo autor do projeto, a nova universidade contribuirá para ampliar as oportunidades de formação superior e produção científica em uma região marcada por características sociais, econômicas, culturais e ambientais próprias.

Durante a discussão da matéria, o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) destacou que as dimensões continentais do Pará exigem uma estrutura universitária mais descentralizada para atender adequadamente as diferentes regiões do estado.

Potencial para pesquisa e desenvolvimento regional

Além da ampliação de vagas no ensino superior, a futura Universidade Federal do Xingu poderá fortalecer pesquisas estratégicas relacionadas à Amazônia, especialmente nas áreas de:

  • biodiversidade;
  • manejo florestal sustentável;
  • recursos hídricos;
  • mudanças climáticas;
  • agricultura e bioeconomia;
  • mineração e energia;
  • povos indígenas e comunidades tradicionais;
  • desenvolvimento regional sustentável.

A expectativa é que a instituição se torne um importante polo de produção científica voltado aos desafios e potencialidades da região amazônica.

Expansão da rede federal no Pará

Caso seja aprovada pela Câmara dos Deputados e posteriormente sancionada pela Presidência da República, a Universidade Federal do Xingu passará a integrar a rede federal de ensino superior do Pará, ao lado de instituições como a Universidade Federal do Pará (UFPA), a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) e a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa).

A proposta reforça uma política nacional de interiorização das universidades federais, considerada fundamental para reduzir desigualdades regionais e ampliar o acesso à educação superior em áreas historicamente afastadas dos grandes centros urbanos.


Equatorial conclui obras da nova subestação em Senador José Porfírio

quinta-feira, junho 04, 2026

Empreendimento representa um importante avanço na infraestrutura elétrica da região e reforça o compromisso da distribuidora com a melhoria do fornecimento de energia no estado.

A Equatorial Pará concluiu as obras da nova subestação e da linha de transmissão de Senador José Porfírio, no sudoeste do Pará. O empreendimento é considerado estratégico para o fortalecimento do sistema elétrico da região e integra o plano de investimentos da distribuidora voltado à modernização da infraestrutura, ampliação da rede e aumento da capacidade de distribuição de energia no estado.

A obra representa um marco para o município, que passa a contar com uma estrutura mais moderna, robusta e preparada para atender ao crescimento populacional, comercial e econômico da região nos próximos anos. Além de ampliar a capacidade energética, o empreendimento proporcionará mais estabilidade operacional, redução de oscilações e maior segurança no fornecimento de energia para 4.462 famílias.

A nova subestação terá potência instalada de 25 MVA, com capacidade de atender até 30 mil residências. O projeto também contemplou a recapacitação da rede elétrica do circuito principal do município, reforçando a distribuição de energia e aumentando a eficiência do sistema.

“Com a modernização da infraestrutura elétrica, a população passa a contar com uma rede mais preparada para suportar o aumento da demanda energética, especialmente nos períodos de maior consumo. O investimento também contribui para reduzir ocorrências de interrupções, garantindo mais qualidade e confiabilidade no fornecimento de energia aos consumidores”, Marcelo Guedes, Gerente de Obras e Manutenção da Equatorial Pará.

A estrutura da subestação conta com transformadores de potência, disjuntores, seccionadores, barramentos, relés de proteção, para-raios e sistema de aterramento, equipamentos fundamentais para controlar o fluxo de energia, proteger a rede contra intercorrências e assegurar maior estabilidade operacional.

Um dos destaques do investimento da Equatorial Pará, na região de Senador José Porfírio, foi a construção de uma linha de transmissão de 69 kV, com 78 quilômetros de extensão, responsável por reforçar o abastecimento de energia tanto na área urbana quanto nas comunidades rurais entre os municípios.


Fonte: Equatorial Pará

Altamira, no Pará, torna-se capital nacional do cacau com a realização da 5ª edição do Chocolat Xingu, em junho

quinta-feira, junho 04, 2026

Maior evento de chocolate de origem e negócios da América Latina será realizado entre os dias 11 e 14/06, no Centro de Eventos Vilmar Soares

O festival Chocolat Xingu 2026 deve atrair centenas de visitantes e movimenta a economia da cidade e região.

De 11 a 14 de junho, a cidade de Altamira, no sudoeste do Pará, sedia o Chocolat Xingu, no Centro de Eventos Vilmar Soares. Essa será a quinta passagem do evento – que é considerado o maior do setor na América Latina – pela Região Transamazônica, importante rota turística e econômica do estado e principal polo cacaueiro do Brasil. A programação será gratuita e aberta para o público geral.

Produtores rurais, agricultores familiares, lideranças setoriais, empreendedores e chefs de cozinha paraenses participarão do evento defendendo a força produtiva e a culinária local, com exposição, degustação e comercialização de uma variedade de produtos de origem do cacau, como chocolate artesanal, nibs, geleias, manteiga e mel de cacau.

Para o Chocolat Xingu são esperados mais de 100 expositores de Altamira e de outros municípios do estado, como a capital, Belém, Medicilândia, maior produtor nacional de cacau, Brasil Novo, Placas, Vitória do Xingu, Anapu, Uruará, Novo Repartimento, Barcarena e Santarém.

PROGRAMAÇÃO

O Chocolat Xingu 2026 contará com diversas atrações gastronômicas, culturais e formativas. Para essa edição já estão confirmadas a Cozinha Show e Cozinha Kids, com aulas técnicas de preparação de receitas e experiências degustativas. para o público adulto e infantil. A grade contará com grandes chefs regionais e nacionais, entre eles Katyana Xipaya, líder indígena, defensora da culinária tradicional e empreendedora. Os chefs André Cabral, Carlos Motta, Léo Modesto, Bárbara Luanny, Rita Aguiar e Luíza Tabosa também integram a atividade. 

O Ateliê do Chocolate retorna para a 5ª edição do Chocolat Xingu, valorizando os símbolos culturais da região através da confeitaria artística. Esculturas gigantescas, feitas 100% de chocolate, serão construídas durante o evento pelo chocolatier Léo Vilela e o público poderá acompanhar o processo em tempo real.

Outras atividades previstas são o “Concurso de Melhor Chocolate Paraense e de Produtos Derivados de Cacau e Chocolate do Chocolat Xingu 2026”, com premiação para os agricultores e produtores que trabalham com o cacau fino de alta qualidade, e o Túnel Sensorial, experiência imersiva que, através de um sistema de paisagismo, reproduz os sons, aromas e texturas de uma plantação de cacau.

O Chocolat Xingu também conta com rodadas de negócios B2B e programação técnica, com uma série de palestras com temas como inovação, sustentabilidade e o futuro da cacauicultura brasileira, a exemplo do Fórum Origem e Origem Day, que trarão painéis de debates com especialistas e autoridades do setor.

De acordo com Marco Lessa, idealizador do Chocolat Festival e CEO da MVU Empreendimentos, a expectativa é de que a feira receba milhares de pessoas e movimente milhões em negócios diretos e futuros. Para o empresário, o evento se estabelece como um grande vetor econômico para o Norte do país, alavancando setores como agronegócio, turismo e bioeconomia.

“O Chocolat Festival chega à sua 5° edição em Altamira, consolidado como a principal vitrine do cacau e do chocolate de origem na Região de Integração do Xingu. O festival fortalece a bioeconomia amazônica ao valorizar o cacau sustentável, gerar renda local e ajudar a manter a floresta viva. Reúne produtores, marcas autorais e compradores, ampliando acesso a mercados nacionais e internacionais. Atraindo dezenas de milhares de visitantes, movimenta turismo, hotelaria e gastronomia na capital paraense. As rodadas de negócios e a programação técnica impulsionam milhões em vendas e parcerias futuras. Assim, o Chocolat Xingu se afirma como instrumento estratégico de desenvolvimento e projeção da região Norte no mapa mundial do chocolate de origem”, disse Lessa.

Altamira, potência na produção de cacau 

Maior município brasileiro em extensão territorial (159.533 km²), Altamira está localizada na Rota de Integração do Xingu, na região da Transamazônica, que engloba outras cidades que juntas detém o título de maior polo cacaueiro do país.

Atualmente o estado do Pará responde por mais da metade da safra nacional do cacau, que produz cerca de 150 mil toneladas por ano. Deste montante, Altamira é responsável por 7 mil toneladas, colocando a cidade no ranking dos 10 maiores produtores do Brasil.

Com o objetivo de transformar a cadeia produtiva do cacau em um polo de inovação, turismo e economia criativa, o Chocolat Xingu se consolidou no calendário de eventos da Amazônia. Só no Pará, o festival conta com edições em Belém e Altamira, totalizando quase 50 edições no Brasil e no exterior.

REALIZAÇÃO

O Chocolat Xingu 2026 é uma realização da Prefeitura de Altamira, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura (Semagri) e da Secretaria Municipal de Turismo (Semtur), em parceria com o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca do Pará (Sedap) e com o apoio do Fundo de Desenvolvimento da Cacauicultura do Pará (Funcacau). A organização é da MVU Promoções e Eventos, idealizadora do Chocolat Festival.

Serviço

O quê: Chocolat Xingu 2026

Quando: 11, 12, 13 e 14 de junho 

Onde: Centro de Eventos Vilmar Soares

Endereço: Avenida Jader Barbalho, Sudam II, Altamira – PA

Entrada: gratuita, mediante a doação de 1 Kg de alimento não perecível para instituições filantrópicas.


Fonte: aprovinciadopara

Prefeitura de Altamira deve assinar durante está quinta-feira 28 a ordem de serviço para construção da UBS Buriti

quarta-feira, maio 27, 2026

 

A Prefeitura de Altamira através do Governo Federal realizará, nesta quinta-feira, 28 de maio, a cerimônia para realizar a assinatura da ordem de serviço para a construção da Unidade Básica de Saúde (UBS) no Bairro Cidade Jardim/Ibiza (Loteamento Buriti). O evento deve acontecer às 17h, na Rua A31, ao lado da EMEIF Maria Luiza da Silva Holanda, Quadra 139.

A nova UBS será construída pelo Governo Federal, através do Programa Novo PAC em parceria com a Prefeitura de Altamira, com atuação da Secretaria Municipal de Planejamento (SEPLAN) em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SESMA).

A obra deve levar mais dignidade, conforto e qualidade vida aos moradores dessa região, que quando necessita de atendimento medico percorre mais de 4 km, até o centro da cidade quando não consegue agendamento para consultas com o medico e atendimento na unidade básica do bairro que já não suprir a demanda. A expectativa é que a nova estrutura beneficie diretamente moradores do Cidade Jardim (Buriti), bairro Ibiza e regiões próximas.

O Governo Federal consolida um marco histórico em Altamira ao viabilizar a construção de mais equipamento público essencial para a qualidade de vida local. Com a assinatura da ordem de serviço, inicia-se oficialmente a execução de um projeto que irá impactar de forma positiva a vida de muitas famílias. A nova UBS irá ampliar a rede municipal de saúde em uma região que exige infraestrutura proporcional ao seu crescimento populacional.

ALTAMIRA: Com diferentes modalidades de ingresso e financiamento têm ampliado o acesso ao curso de Medicina na Região do Xingu

quarta-feira, maio 27, 2026

Com inscrições abertas para o vestibular de Medicina 2026, Faculdade Serra Dourada destaca alternativas que ajudam estudantes a ingressarem no ensino superior.
Faculdade Serra Dourada Altamira

Altamira-Pará - O ingresso no curso de Medicina continua sendo um dos principais objetivos de estudantes em todo o país. Além da alta concorrência, a formação médica exige planejamento acadêmico e financeiro por parte dos candidatos que desejam iniciar a graduação.

Nos últimos anos, programas de financiamento estudantil, bolsas de estudo e novas modalidades de crédito universitário passaram a ampliar as oportunidades de acesso ao ensino superior. A utilização da nota do Enem em programas governamentais e processos seletivos também contribuiu para ampliar os caminhos de ingresso para estudantes interessados na área da saúde.

Além dos programas públicos, instituições de ensino e empresas especializadas em crédito estudantil passaram a oferecer modelos de parcelamento e financiamento voltados à permanência dos alunos durante a graduação.

Com o aumento das possibilidades de acesso, especialistas apontam a importância de que os candidatos busquem informações sobre as diferentes modalidades disponíveis antes de iniciar o curso.

A Faculdade Serra Dourada de Altamira está com inscrições abertas para o vestibular de Medicina e destaca que o planejamento é um dos principais aliados dos estudantes que desejam ingressar no ensino superior.

De acordo com a diretora da unidade, Daiane Oliveira, o acesso à informação ajuda os candidatos a enxergarem novas possibilidades para a formação profissional.

“Hoje os estudantes encontram mais alternativas de acesso ao ensino superior e conseguem planejar melhor a realização desse objetivo. Conhecer as modalidades disponíveis é fundamental para que cada candidato possa avaliar a opção mais adequada para sua realidade. Aqui na Faculdade Serra Dourada, por exemplo, temos um modelo de financiamento próprio em que, durante o curso, o aluno paga apenas 50% do valor da mensalidade”, destaca.

A instituição também reforça que o planejamento financeiro deve fazer parte da preparação dos futuros acadêmicos de Medicina.

“Cada estudante possui uma realidade diferente, por isso é importante pesquisar, comparar as modalidades disponíveis e entender qual formato oferece mais segurança para a jornada acadêmica. Informação e organização fazem diferença nesse processo”, completa Daiane Oliveira.

As inscrições para o vestibular de Medicina da Faculdade Serra Dourada de Altamira estão abertas. Mais informações podem ser obtidas pelo site: Faculdade Serra Dourada Altamira /Trivento.

Indígenas do Xingu lançam chocolate produzido integralmente na aldeia

Produto marca a chegada ao mercado do primeiro chocolate em que todas as etapas da cadeia produtiva ocorrem em território indígena

A Associação Indígena Tubyá, sediada em Altamira, na região do Médio Xingu, no Sudoeste do Pará, foi destaque durante o Chocolat Amazônia 2026, em Belém, ao lançar o chocolate produzido integralmente dentro de uma comunidade indígena, desde o plantio do cacau até a embalagem final.

O produto, chamado Kunhã Arã, marca a chegada do primeiro chocolate em que todas as etapas da cadeia produtiva ocorrem dentro da própria comunidade. O processo inclui o cultivo de cerca de 19 mil pés de cacau em sistema agroflorestal, além de colheita, fermentação, secagem, torra, formulação e embalagem realizadas localmente.

O produto é apresentado em três versões — 50%, 70% e 100% cacau — e integra um projeto de chocolates indígenas apoiado pela Norte Energia. A iniciativa recebeu suporte por meio do Plano Básico Ambiental do Componente Indígena da Usina Hidrelétrica Belo Monte, incluindo equipamentos, assistência técnica, mudas de cacau e desenvolvimento da identidade visual.

Em Altamira a Cultura dos Povos Tradicionais tornou-se um símbolo na orla da cidade. 

A produção envolve 51 famílias da associação, sendo oito diretamente atuantes nas atividades agrícolas e de processamento. A expectativa inicial é de produção de 50 quilos de chocolate por mês, com planos de expansão e inserção em programas de aquisição de alimentos.

Além da geração de renda, o projeto também está associado à valorização cultural da etnia Juruna, com ações voltadas à recuperação da língua e de elementos tradicionais.

Segundo a presidente da associação, Irasilda Morais Pereira Fernandez Juruna, a iniciativa começou sem estrutura e ganhou escala com o apoio recebido. “Agora a nossa expectativa é ampliar o alcance e levar o nosso produto para outros estados, e até para fora do Brasil. Para quem começou do zero, eu sei que chegaremos lá”, afirmou.

Fonte: Globo Rural

NOTA: Belo Sun informa que o Projeto Volta Grande permanece submetido ao processo de licenciamento ambiental brasileiro

Diante de grandes alardes  e especulações gerado nas redes sociais, Belo Sun se pronuncia e afirma que o Projeto Volta Grande permanece submetido ao processo de licenciamento ambiental brasileiro

Foto: Belo Sun - Vista aérea do Rio Xingu na volta Grande.

B

elo Sun informa que o Projeto Volta Grande permanece submetido ao processo de licenciamento ambiental brasileiro, em caráter faseado, condicionado e sujeito à avaliação dos órgãos competentes.

A Licença de Instalação nº 3698/2026 estabelece e autoriza parâmetros específicos para a atual etapa do empreendimento, e condiciona etapas futuras à apresentação de estudos técnicos complementares, avaliações ambientais, cumprimento de condicionantes e aprovações regulatórias aplicáveis.

É fundamental reforçar, ainda, que o projeto não prevê captação nem desvio de água do Rio Xingu para suas operações e que soluções relacionadas à disposição de rejeitos deverão observar a legislação brasileira, os estudos técnicos atualizados, os padrões aplicáveis, as condicionantes da licença e as aprovações cabíveis dos órgãos competentes.

A Belo Sun iniciou uma nova fase de revisão técnica do projeto, com a contratação da G Mining Services para conduzir uma Technical Gap Analysis, termo em inglês para análise de melhorias técnicas, à identificação de eventuais necessidades de atualização e ao suporte às próximas etapas técnicas e regulatórias do empreendimento.


Fonte: Belo Sun Mineração

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