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Gargalo na Saúde do Xingu: Ampliação do Hospital Regional de Altamira Avança Sob Pressão de Crise por Leitos e Óbitos na Fila de Espera

terça-feira, junho 30, 2026

Entre Promessas de Expansão, Obras no Regional da Transamazônica Avançam sob Críticas à Gestão da Saúde no Xingu

ALTAMIRA (PA) — O Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop), deu início às obras de fundação para a ampliação e modernização do Hospital Regional da Transamazônica (HRT), em Altamira. A intervenção institucional, que prevê o acréscimo de 35 novos leitos de UTI e um setor inédito de hemodinâmica, ocorre em um momento de extrema saturação estrutural. A escassez de vagas crônica na Região de Integração do Xingu tem gerado severas críticas da sociedade civil organizada e, em casos mais graves, resultado em óbitos de pacientes que não resistem ao tempo de espera por transferência.

Embora o Estado classifique a obra como um avanço na descentralização da saúde, lideranças locais e movimentos sociais pontuam que a expansion chega com anos de atraso. Inaugurado em 2006, o hospital passou quase duas décadas sem ampliações proporcionais ao crescimento demográfico dos nove municípios que atende na rodovia Transamazônica, operando historicamente no limite de sua capacidade de média e alta complexidade.

O Custo da Espera: Falta de Estrutura Provoca Mortes Crônicas

As deficiências na infraestrutura do HRT têm gerado mobilizações populares recorrentes na região. A falta de vagas de Terapia Intensiva obriga o Ministério Público do Estado (MPPA) e a Defensoria Pública a intervirem rotineiramente por meio de ações judiciais para tentar garantir leitos a pacientes em estado crítico.

Mesmo com a judicialização, a demora na regulação médica é fatal. Casos recentes de repercussão regional, como o óbito de lideranças indígenas locais que aguardaram mais de uma semana por uma vaga de UTI adequada, além de idosos vítimas de Acidente Vascular Cerebral (AVC) retidos em macas improvisadas em unidades de pronto atendimento, evidenciam que a atual malha hospitalar já entrou em colapso técnico.

"Duas filas paralelas se formaram no Xingu: a dos pacientes que esperam por exames e consultas especializadas, que chegam a demorar mais de um ano, e a fila da urgência por UTI, onde a lentidão do sistema dita quem sobrevive", aponta o histórico de relatórios de direitos constitucionais fundamentais da promotoria local.

Detalhes Técnicos e o Impacto Futuro dos Novos Leitos

O projeto executivo em andamento conta atualmente com cerca de 70 operários, com projeção de chegar a 100 profissionais. O foco principal é a abertura de 35 novos leitos críticos, uma tentativa de mitigar o déficit da região:

  • 16 leitos destinados à UTI Adulto;
  • 15 leitos para a UTI Neonatal;
  • 04 leitos para a UTI Pediátrica.

O reforço nas alas neonatal e pediátrica atinge diretamente um dos maiores gargalos da região, que frequentemente obriga famílias a enfrentarem o desgaste de transferências aéreas de alto risco para Belém, Santarém ou Marabá.

As obras de ampliação do HRT avançam de forma silenciosa com a unidade hospitalar funcionando normalmente. Foto: Agência Pará.

A inclusão da ala de hemodinâmica — voltada para diagnósticos e procedimentos cardiovasculares e neurológicos minimamente invasivos — promete preencher um vazio assistencial técnico. Contudo, médicos que atuam no interior do estado ressaltam que a entrega física das paredes e equipamentos precisará vir acompanhada de uma política eficiente de fixação de profissionais médicos especialistas, sob o risco de os novos setores operarem subfaturados por falta de pessoal qualificado.

Cobrança por Respostas Imediatas

A execução da obra está sob a gestão da governadora Hana Ghassan e do secretário da Seop, Arnaldo Dopazo. No entanto, para os moradores da Transamazônica, o canteiro de obras em andamento é um alento que divide espaço com a urgência diária das ambulâncias. Enquanto os trabalhos de fundação avançam no solo do hospital, a sociedade civil e os conselhos de saúde mantêm o alerta técnico: a saúde do Xingu não pode esperar o tempo cronológico das agendas políticas.

Com informações de: Agência Pará e SEOP

Galpões: os novos protagonistas do desenvolvimento econômico e logístico em Altamira

terça-feira, junho 23, 2026
Foto: Divulgação

Observando o fenômeno logístico na Grande Belém, o interior do Pará também começa a desenhar sua própria revolução silenciosa. Se na capital a corrida por condomínios logísticos é impulsionada pela posição estratégica para abastecer a Amazônia, no coração da Transamazônica, o município de Altamira desponta como o novo polo de atração para investimentos em armazenagem e distribuição regional.

Altamira vive um momento de consolidação econômica estrutural. Sendo o maior município em extensão territorial do país, a cidade conta atualmente com uma população estimada em 138,7 mil habitantes e um Produto Interno Bruto (PIB) que alcança a marca de R$ 3,9 bilhões. Esse dinamismo garantiu ao município uma posição de destaque no Ranking de Empreendedorismo, conforme aponta o site Caravela, figurando entre as 11 melhores cidades do estado do Pará para se fazer negócios.

Diferente de Belém, onde grandes corporações como o Magazine Luiza têm instalado centros de distribuição massivos com dezenas de milhares de metros quadrados, em Altamira o foco mercadológico se volta para a distribuição regional e o suporte às cadeias do agronegócio, comércio local variado e serviços.

O comércio da cidade já conta com mais de 56 modalidades diferentes, gerando uma demanda crescente por espaços que otimizem a intralogística. Nos bastidores do mercado imobiliário local, a procura por terrenos e galpões comerciais de grande porte — como estruturas de mais de 2.700 m² destinadas à locação comercial no centro urbano — começa a aquecer. Empresas enxergam na cidade a centralidade geográfica necessária para estocar e escoar produtos ao longo do eixo da rodovia BR-230 e municípios vizinhos, como Brasil Novo, Uruará e Medicilândia, que juntos lideram a abertura de novas empresas na região.

Assim como destacado, o fortalecimento da economia amazônica deve acelerar ainda mais a descentralização dos estoques. Para Altamira, investir na verticalização e modernização de seus galpões não é apenas uma tendência imobiliária, mas uma necessidade estratégica para sustentar o ritmo de crescimento de uma das economias mais promissoras do interior paraense.

Por: Portal Pérola do Xingu | Com Informações: Caravela

Senado aprova criação da Universidade Federal do Xingu e amplia debate sobre interiorização do ensino superior na Amazônia

terça-feira, junho 09, 2026

Projeto prevê desmembramento do campus da UFPA em Altamira e criação de uma nova universidade federal para atender a região da Transamazônica e do Xingu

Imagem meramente Ilustrativa/ Universidade Federal do Xingu -Altamira - Pará

O ensino superior público no Pará deu mais um passo rumo à expansão. A Comissão de Educação e Cultura (CE) do Senado Federal aprovou, no dia 9 de junho, o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 359/2017, que cria a Universidade Federal do Xingu (UFX), com sede em Altamira, no sudoeste paraense. A proposta é de autoria do ex-senador paraense Paulo Rocha (PT-PA) e recebeu parecer favorável da senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO). Agora, a matéria segue para análise da Câmara dos Deputados, caso não haja recurso para votação em plenário no Senado.

A nova instituição será criada a partir do desmembramento do Campus Universitário de Altamira da Universidade Federal do Pará (UFPA), fortalecendo a política de interiorização do ensino superior federal na Amazônia. A proposta busca conferir maior autonomia administrativa, acadêmica e financeira à unidade, permitindo a ampliação da oferta de cursos, projetos de pesquisa e ações de extensão voltadas às necessidades específicas da região.

Área de abrangência

De acordo com o projeto aprovado, a Universidade Federal do Xingu atenderá diretamente 15 municípios paraenses:

  • Altamira
  • Anapu
  • Aveiro
  • Brasil Novo
  • Gurupá
  • Itaituba
  • Jacareacanga
  • Medicilândia
  • Novo Progresso
  • Pacajá
  • Placas
  • Porto de Moz
  • Senador José Porfírio
  • Uruará
  • Vitória do Xingu

Juntos, esses municípios concentram aproximadamente 430 mil habitantes em uma área estimada em 260 mil quilômetros quadrados, extensão territorial superior à de diversos estados brasileiros.

Desafio histórico da Amazônia

A criação da UFX ocorre em um contexto de grandes desafios para a democratização do ensino superior na Amazônia. As longas distâncias entre municípios, a dependência do transporte fluvial em muitas localidades e a concentração das instituições de ensino nas capitais dificultam o acesso de milhares de estudantes às universidades públicas.

Segundo a justificativa apresentada pelo autor do projeto, a nova universidade contribuirá para ampliar as oportunidades de formação superior e produção científica em uma região marcada por características sociais, econômicas, culturais e ambientais próprias.

Durante a discussão da matéria, o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) destacou que as dimensões continentais do Pará exigem uma estrutura universitária mais descentralizada para atender adequadamente as diferentes regiões do estado.

Potencial para pesquisa e desenvolvimento regional

Além da ampliação de vagas no ensino superior, a futura Universidade Federal do Xingu poderá fortalecer pesquisas estratégicas relacionadas à Amazônia, especialmente nas áreas de:

  • biodiversidade;
  • manejo florestal sustentável;
  • recursos hídricos;
  • mudanças climáticas;
  • agricultura e bioeconomia;
  • mineração e energia;
  • povos indígenas e comunidades tradicionais;
  • desenvolvimento regional sustentável.

A expectativa é que a instituição se torne um importante polo de produção científica voltado aos desafios e potencialidades da região amazônica.

Expansão da rede federal no Pará

Caso seja aprovada pela Câmara dos Deputados e posteriormente sancionada pela Presidência da República, a Universidade Federal do Xingu passará a integrar a rede federal de ensino superior do Pará, ao lado de instituições como a Universidade Federal do Pará (UFPA), a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) e a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa).

A proposta reforça uma política nacional de interiorização das universidades federais, considerada fundamental para reduzir desigualdades regionais e ampliar o acesso à educação superior em áreas historicamente afastadas dos grandes centros urbanos.


Equatorial conclui obras da nova subestação em Senador José Porfírio

quinta-feira, junho 04, 2026

Empreendimento representa um importante avanço na infraestrutura elétrica da região e reforça o compromisso da distribuidora com a melhoria do fornecimento de energia no estado.

A Equatorial Pará concluiu as obras da nova subestação e da linha de transmissão de Senador José Porfírio, no sudoeste do Pará. O empreendimento é considerado estratégico para o fortalecimento do sistema elétrico da região e integra o plano de investimentos da distribuidora voltado à modernização da infraestrutura, ampliação da rede e aumento da capacidade de distribuição de energia no estado.

A obra representa um marco para o município, que passa a contar com uma estrutura mais moderna, robusta e preparada para atender ao crescimento populacional, comercial e econômico da região nos próximos anos. Além de ampliar a capacidade energética, o empreendimento proporcionará mais estabilidade operacional, redução de oscilações e maior segurança no fornecimento de energia para 4.462 famílias.

A nova subestação terá potência instalada de 25 MVA, com capacidade de atender até 30 mil residências. O projeto também contemplou a recapacitação da rede elétrica do circuito principal do município, reforçando a distribuição de energia e aumentando a eficiência do sistema.

“Com a modernização da infraestrutura elétrica, a população passa a contar com uma rede mais preparada para suportar o aumento da demanda energética, especialmente nos períodos de maior consumo. O investimento também contribui para reduzir ocorrências de interrupções, garantindo mais qualidade e confiabilidade no fornecimento de energia aos consumidores”, afirmou Marcelo Guedes, gerente de Obras e Manutenção da Equatorial Pará.

A estrutura da subestação conta com transformadores de potência, disjuntores, seccionadores, barramentos, relés de proteção, para-raios e sistema de aterramento, equipamentos fundamentais para controlar o fluxo de energia, proteger a rede contra intercorrências e assegurar maior estabilidade operacional.

Um dos destaques do investimento da Equatorial Pará na região de Senador José Porfírio foi a construção de uma linha de transmissão de 69 kV, com 78 quilômetros de extensão, responsável por reforçar o abastecimento de energia tanto na área urbana quanto nas comunidades rurais localizadas entre os municípios.

Fonte: Equatorial Pará 

Altamira, no Pará, torna-se capital nacional do cacau com a realização da 5ª edição do Chocolat Xingu, em junho

quinta-feira, junho 04, 2026

Maior evento de chocolate de origem e negócios da América Latina será realizado entre os dias 11 e 14/06, no Centro de Eventos Vilmar Soares

O festival Chocolat Xingu 2026 deve atrair centenas de visitantes e movimenta a economia da cidade e região.

De 11 a 14 de junho, a cidade de Altamira, no sudoeste do Pará, sedia o Chocolat Xingu, no Centro de Eventos Vilmar Soares. Essa será a quinta passagem do evento – que é considerado o maior do setor na América Latina – pela Região Transamazônica, importante rota turística e econômica do estado e principal polo cacaueiro do Brasil. A programação será gratuita e aberta para o público geral.

Produtores rurais, agricultores familiares, lideranças setoriais, empreendedores e chefs de cozinha paraenses participarão do evento defendendo a força produtiva e a culinária local, com exposição, degustação e comercialização de uma variedade de produtos de origem do cacau, como chocolate artesanal, nibs, geleias, manteiga e mel de cacau.

Para o Chocolat Xingu são esperados mais de 100 expositores de Altamira e de outros municípios do estado, como a capital, Belém, Medicilândia, maior produtor nacional de cacau, Brasil Novo, Placas, Vitória do Xingu, Anapu, Uruará, Novo Repartimento, Barcarena e Santarém.

PROGRAMAÇÃO

O Chocolat Xingu 2026 contará com diversas atrações gastronômicas, culturais e formativas. Para essa edição já estão confirmadas a Cozinha Show e Cozinha Kids, com aulas técnicas de preparação de receitas e experiências degustativas. para o público adulto e infantil. A grade contará com grandes chefs regionais e nacionais, entre eles Katyana Xipaya, líder indígena, defensora da culinária tradicional e empreendedora. Os chefs André Cabral, Carlos Motta, Léo Modesto, Bárbara Luanny, Rita Aguiar e Luíza Tabosa também integram a atividade. 

O Ateliê do Chocolate retorna para a 5ª edição do Chocolat Xingu, valorizando os símbolos culturais da região através da confeitaria artística. Esculturas gigantescas, feitas 100% de chocolate, serão construídas durante o evento pelo chocolatier Léo Vilela e o público poderá acompanhar o processo em tempo real.

Outras atividades previstas são o “Concurso de Melhor Chocolate Paraense e de Produtos Derivados de Cacau e Chocolate do Chocolat Xingu 2026”, com premiação para os agricultores e produtores que trabalham com o cacau fino de alta qualidade, e o Túnel Sensorial, experiência imersiva que, através de um sistema de paisagismo, reproduz os sons, aromas e texturas de uma plantação de cacau.

O Chocolat Xingu também conta com rodadas de negócios B2B e programação técnica, com uma série de palestras com temas como inovação, sustentabilidade e o futuro da cacauicultura brasileira, a exemplo do Fórum Origem e Origem Day, que trarão painéis de debates com especialistas e autoridades do setor.

De acordo com Marco Lessa, idealizador do Chocolat Festival e CEO da MVU Empreendimentos, a expectativa é de que a feira receba milhares de pessoas e movimente milhões em negócios diretos e futuros. Para o empresário, o evento se estabelece como um grande vetor econômico para o Norte do país, alavancando setores como agronegócio, turismo e bioeconomia.

“O Chocolat Festival chega à sua 5° edição em Altamira, consolidado como a principal vitrine do cacau e do chocolate de origem na Região de Integração do Xingu. O festival fortalece a bioeconomia amazônica ao valorizar o cacau sustentável, gerar renda local e ajudar a manter a floresta viva. Reúne produtores, marcas autorais e compradores, ampliando acesso a mercados nacionais e internacionais. Atraindo dezenas de milhares de visitantes, movimenta turismo, hotelaria e gastronomia na capital paraense. As rodadas de negócios e a programação técnica impulsionam milhões em vendas e parcerias futuras. Assim, o Chocolat Xingu se afirma como instrumento estratégico de desenvolvimento e projeção da região Norte no mapa mundial do chocolate de origem”, disse Lessa.

Altamira, potência na produção de cacau 

Maior município brasileiro em extensão territorial (159.533 km²), Altamira está localizada na Rota de Integração do Xingu, na região da Transamazônica, que engloba outras cidades que juntas detém o título de maior polo cacaueiro do país.

Atualmente o estado do Pará responde por mais da metade da safra nacional do cacau, que produz cerca de 150 mil toneladas por ano. Deste montante, Altamira é responsável por 7 mil toneladas, colocando a cidade no ranking dos 10 maiores produtores do Brasil.

Com o objetivo de transformar a cadeia produtiva do cacau em um polo de inovação, turismo e economia criativa, o Chocolat Xingu se consolidou no calendário de eventos da Amazônia. Só no Pará, o festival conta com edições em Belém e Altamira, totalizando quase 50 edições no Brasil e no exterior.

REALIZAÇÃO

O Chocolat Xingu 2026 é uma realização da Prefeitura de Altamira, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura (Semagri) e da Secretaria Municipal de Turismo (Semtur), em parceria com o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca do Pará (Sedap) e com o apoio do Fundo de Desenvolvimento da Cacauicultura do Pará (Funcacau). A organização é da MVU Promoções e Eventos, idealizadora do Chocolat Festival.

Serviço

O quê: Chocolat Xingu 2026

Quando: 11, 12, 13 e 14 de junho 

Onde: Centro de Eventos Vilmar Soares

Endereço: Avenida Jader Barbalho, Sudam II, Altamira – PA

Entrada: gratuita, mediante a doação de 1 Kg de alimento não perecível para instituições filantrópicas.


Fonte: aprovinciadopara

Prefeitura de Altamira deve assinar durante está quinta-feira 28 a ordem de serviço para construção da UBS Buriti

quarta-feira, maio 27, 2026

 

A Prefeitura de Altamira através do Governo Federal realizará, nesta quinta-feira, 28 de maio, a cerimônia para realizar a assinatura da ordem de serviço para a construção da Unidade Básica de Saúde (UBS) no Bairro Cidade Jardim/Ibiza (Loteamento Buriti). O evento deve acontecer às 17h, na Rua A31, ao lado da EMEIF Maria Luiza da Silva Holanda, Quadra 139.

A nova UBS será construída pelo Governo Federal, através do Programa Novo PAC em parceria com a Prefeitura de Altamira, com atuação da Secretaria Municipal de Planejamento (SEPLAN) em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SESMA).

A obra deve levar mais dignidade, conforto e qualidade vida aos moradores dessa região, que quando necessita de atendimento medico percorre mais de 4 km, até o centro da cidade quando não consegue agendamento para consultas com o medico e atendimento na unidade básica do bairro que já não suprir a demanda. A expectativa é que a nova estrutura beneficie diretamente moradores do Cidade Jardim (Buriti), bairro Ibiza e regiões próximas.

O Governo Federal consolida um marco histórico em Altamira ao viabilizar a construção de mais equipamento público essencial para a qualidade de vida local. Com a assinatura da ordem de serviço, inicia-se oficialmente a execução de um projeto que irá impactar de forma positiva a vida de muitas famílias. A nova UBS irá ampliar a rede municipal de saúde em uma região que exige infraestrutura proporcional ao seu crescimento populacional.

ALTAMIRA: Com diferentes modalidades de ingresso e financiamento têm ampliado o acesso ao curso de Medicina na Região do Xingu

quarta-feira, maio 27, 2026

Com inscrições abertas para o vestibular de Medicina 2026, Faculdade Serra Dourada destaca alternativas que ajudam estudantes a ingressarem no ensino superior.
Faculdade Serra Dourada Altamira

Altamira-Pará - O ingresso no curso de Medicina continua sendo um dos principais objetivos de estudantes em todo o país. Além da alta concorrência, a formação médica exige planejamento acadêmico e financeiro por parte dos candidatos que desejam iniciar a graduação.

Nos últimos anos, programas de financiamento estudantil, bolsas de estudo e novas modalidades de crédito universitário passaram a ampliar as oportunidades de acesso ao ensino superior. A utilização da nota do Enem em programas governamentais e processos seletivos também contribuiu para ampliar os caminhos de ingresso para estudantes interessados na área da saúde.

Além dos programas públicos, instituições de ensino e empresas especializadas em crédito estudantil passaram a oferecer modelos de parcelamento e financiamento voltados à permanência dos alunos durante a graduação.

Com o aumento das possibilidades de acesso, especialistas apontam a importância de que os candidatos busquem informações sobre as diferentes modalidades disponíveis antes de iniciar o curso.

A Faculdade Serra Dourada de Altamira está com inscrições abertas para o vestibular de Medicina e destaca que o planejamento é um dos principais aliados dos estudantes que desejam ingressar no ensino superior.

De acordo com a diretora da unidade, Daiane Oliveira, o acesso à informação ajuda os candidatos a enxergarem novas possibilidades para a formação profissional.

“Hoje os estudantes encontram mais alternativas de acesso ao ensino superior e conseguem planejar melhor a realização desse objetivo. Conhecer as modalidades disponíveis é fundamental para que cada candidato possa avaliar a opção mais adequada para sua realidade. Aqui na Faculdade Serra Dourada, por exemplo, temos um modelo de financiamento próprio em que, durante o curso, o aluno paga apenas 50% do valor da mensalidade”, destaca.

A instituição também reforça que o planejamento financeiro deve fazer parte da preparação dos futuros acadêmicos de Medicina.

“Cada estudante possui uma realidade diferente, por isso é importante pesquisar, comparar as modalidades disponíveis e entender qual formato oferece mais segurança para a jornada acadêmica. Informação e organização fazem diferença nesse processo”, completa Daiane Oliveira.

As inscrições para o vestibular de Medicina da Faculdade Serra Dourada de Altamira estão abertas. Mais informações podem ser obtidas pelo site: Faculdade Serra Dourada Altamira /Trivento.

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