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Belo Sun Informa Encerramento Definitivo de Ação Judicial Ligada ao Projeto Volta Grande em Altamira

segunda-feira, agosto 03, 2026
Belo Sun Mining - Projeto Volta Grande
Justiça Federal encerra Ação Civil Pública sobre o Projeto Ouro Volta Grande, da Belo Sun. (Foto: Reprodução / Belo Sun Mining)

ALTAMIRA (PA) — A Belo Sun Mining Corp. anunciou que a Ação Civil Pública movida pela Defensoria Pública da União (DPU) contra sua subsidiária brasileira e o Estado do Pará foi encerrada em definitivo pela Justiça Federal, sem julgamento do mérito. Como não cabem mais recursos, o processo foi arquivado.

A ação contestava o Estudo do Componente Indígena (ECI) no âmbito da Licença de Instalação (LI) do Projeto Ouro Volta Grande. A DPU solicitava a suspensão do licenciamento ambiental até a conclusão de novos estudos e consultas às comunidades indígenas locais, com foco nos povos Arara da Volta Grande e Juruna da Terra Indígena Paquiçamba.

Ao analisar o caso, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) confirmou, por unanimidade, o arquivamento do processo. O tribunal entendeu que a ação duplicava os mesmos pedidos e argumentos de um processo anterior. Como a DPU não apresentou recurso dentro do prazo legal, a decisão tornou-se final e definitiva.

Em nota, o CEO da Belo Sun, Clovis Torres, destacou a importância da decisão para a segurança jurídica do empreendimento:

"Esta decisão final é um marco importante para a Belo Sun e valida nossa posição legal. Ela reforça nossa confiança no Judiciário brasileiro enquanto seguimos focados em avançar com o projeto de forma responsável, mantendo o diálogo aberto com as comunidades locais e gerando valor a longo prazo para nossos acionistas."

A mineradora reiterou que continuará atuando na defesa de suas licenças e informando o mercado e a sociedade sobre o andamento do projeto na região do Médio Xingu.


Informações: Belo Sun Mining Corp.

Norte Energia inicia obras da Nova Sede da CASAI em Altamira

sábado, julho 25, 2026

O Projeto da Nova Sede da CASAI em Altamira e os Desafios da Assistência no Médio Xingu

Projeto da Nova Sede da CASAI em Altamira
Área da futura instalações nova Casa de Apoio à Saúde Indígena (CASAI) em Altamira. (Foto: Divulgação)

ALTAMIRA (PA) — A atenção à saúde dos povos originários no Médio Xingu se prepara para um divisor de águas infraestrutural. O projeto da nova sede da Casa de Apoio à Saúde Indígena (CASAI) de Altamira representa um avanço essencial para o atendimento, acolhimento e tratamento de saúde de mais de 3,5 mil indígenas de pelo menos dez etnias da região.

Historicamente marcada por crises de superlotação, improvisações em imóveis alugados e gargalos logísticos, a CASAI Altamira é a principal porta de entrada e suporte para pacientes encaminhados das aldeias para a rede de média e alta complexidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

Detalhes do Projeto e Estrutura Técnica

O projeto arquitetônico e urbanístico foi planejado para atender às especificidades socioculturais das populações indígenas, garantindo dignidade no acolhimento e biossegurança nas rotinas médicas.

Vídeo gravado por populares mostra  a grande área da futura Sede da nova CASAI Altamira. (Vídeo: Internet)

Segundo dados apurados, a nova sede está projetada para ocupar uma área de 11 hectares (110.000 m²), permitindo ampla arborização e espaço ao ar livre. Com localização estratégica, a nova estrutura ficará situada no Bairro São Domingos, nas proximidades da Rodovia Transamazônica (BR-230), facilitando a logística de acesso terrestre e o translado para os centros hospitalares do município.

Ainda de acordo com as informações, a nova sede terá capacidade de acolhimento para abrigar confortavelmente mais de 160 indígenas simultaneamente (entre pacientes e acompanhantes), dobrando a capacidade histórica das instalações atuais.

Estrutura Funcional Prevista:
  • Bloco de triagem, salas de enfermagem e atendimento ambulatorial 24 horas.
  • Dormitórios espaçosos com suporte para redes (respeitando o hábito tradicional das etnias) e leitos adaptados.
  • Refeitório amplo e cozinha industrial com preparo nutricional adequado.
  • Área de convivência externa, redários e espaços culturais integrados à vegetação nativa.
  • Setor administrativo para equipes do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI Altamira).

Modelo de Financiamento e Contrapartidas

Parâmetro Detalhe
Origem dos Recursos Plano Básico Ambiental - Componente Indígena (PBA-CI) / Licenciamento Ambiental da UHE Belo Monte.
Execução e Obras Concessionária Norte Energia em articulação com a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI).
Gestão Operacional DSEI Altamira / Ministério da Saúde.

A Condicionante: A construção de infraestruturas definitivas de saúde e educação para as populações atingidas integra as obrigações do licenciamento ambiental de Belo Monte. A entrega da nova CASAI faz parte do pacote de repactuações e adequações cobradas pelos conselhos indígenas e órgãos de fiscalização federal.

Desafios para a Efetividade da Assistência

Embora a nova estrutura física represente um ganho indiscutível em relação às instalações precárias do passado, a análise crítica da saúde indígena no Médio Xingu exige atenção para três fatores centrais:

  • Garantia de Insumos: Edificações modernas não funcionam sem fluxo contínuo de recursos. É indispensável assegurar que a SESAI e o DSEI mantenham o abastecimento regular de medicamentos, insumos hospitalares e alimentação adequada às especificidades étnicas.
  • Corpo Técnico Fixo: A ampliação do espaço físico exige a fixação e valorização de equipes multiprofissionais de saúde indígena (médicos, enfermeiros, técnicos e agentes de saúde), reduzindo a rotatividade de profissionais na região.
  • Respeito à Interculturalidade: A gestão do espaço deve assegurar um ambiente humanizado, respeitando a diversidade linguística e os costumes de etnias como Xipaya, Kuruaya, Juruna, Parakanã, Arara, Araweté, Kararaô e Asurini, que utilizam o espaço simultaneamente.

A consolidação da nova sede da CASAI em Altamira é um passo fundamental para quitar uma dívida histórica de infraestrutura social na região do Xingu. Cabe agora aos órgãos de controle e à sociedade civil acompanhar para que a excelência da obra física se traduza em atendimento de saúde humanizado, eficiente e contínuo.


Por: Diário Online de Altamira

Obras emergenciais e de manutenção avançam na BR-230 e reforçam a trafegabilidade no Pará.

terça-feira, julho 14, 2026
Obras do DNIT na BR-230
Máquinas na pista: DNIT intensifica frentes de trabalho ao longo da Rodovia Transamazônica. (Foto: Divulgação)

A obra executada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) segue avançando em importantes corredores logísticos do Pará. Ao longo da rodovia BR-230 (Transamazônica), equipes trabalham simultaneamente em serviços emergenciais, manutenção, conservação e implantação de obras estruturantes, com o objetivo de garantir melhores condições de trafegabilidade, ampliar a segurança viária e assegurar o fluxo de pessoas e mercadorias em uma das regiões mais estratégicas para a integração nacional.

A rodovia desempenha papel fundamental no desenvolvimento econômico da região Norte. Além de conectar municípios paraenses, ela viabiliza o escoamento da produção agropecuária e mineral, o abastecimento das cidades e o acesso da população a serviços essenciais. Diante das características climáticas da região amazônica e da intensa circulação de veículos pesados, a atuação contínua do DNIT é indispensável para preservar a funcionalidade dessas vias durante todo o ano.

Ao longo da rodovia, diferentes frentes de trabalho estão distribuídas entre os municípios de Medicilândia, Uruará, Rurópolis, Altamira e Novo Repartimento. Entre as intervenções em execução estão obras emergenciais para recuperação de pontos críticos, melhoria do greide da rodovia, alargamento da plataforma, readequação dos sistemas de drenagem e reconformação da pista, além da aplicação de soluções em solo-cimento e solo-brita, revestimento primário e limpeza dos dispositivos de drenagem.

No trecho entre Uruará e Rurópolis, dez pontos críticos recebem intervenções emergenciais voltadas à recuperação das condições de circulação. Já entre Medicilândia e Uruará, outros 18 pontos críticos passam por obras emergenciais, com cronograma de execução estimado em 90 dias.

Trecho entre Uruará e Rurópolis
BR-230 - Trecho entre Uruará e Rurópolis. (Foto: Divulgação)
Trecho entre Uruará e Medicilândia
BR-230 - Trecho entre Uruará e Medicilândia. (Foto: Divulgação)

Também estão em andamento melhorias na manutenção localizadas em Rurópolis, incluindo intervenções no encabeçamento da ponte sobre o rio Boiaçu, adequações no acesso ao bairro Leitoso e tratamento de segmentos do perímetro urbano da BR-230.

Perímetro urbano em Rurópolis
BR-230 - Perímetro urbano em Rurópolis. (Foto: Divulgação)

As ações contemplam ainda a substituição gradual de pontes de madeira por estruturas definitivas em concreto. Está prevista a construção das pontes sobre os rios Arrependido, Cearense, Magú e Gameleira. A ponte sobre o rio Arrependido já está em execução e alcança a etapa de mesoestrutura, com previsão de conclusão em aproximadamente 90 dias. Além disso, cerca de 100 quilômetros entre Novo Repartimento e Altamira devem receber revitalização da sinalização horizontal, reforçando a segurança dos usuários até o fim desse semestre.

Ponte sobre o Rio Xingu atinge 63% de conclusão
Outro importante empreendimento em execução é a construção da ponte sobre o rio Xingu, que já alcançou 63,43% de avanço físico. Na margem de Anapu, seguem a evolução do mastro P2 montante por meio de forma deslizante, o avanço do trecho de disparo P1C e o início das atividades no mastro P2 jusante, na região da câmara de estais.

Na margem de Vitória do Xingu, os trabalhos concentram-se na montagem de cimbramentos e formas do vão P4B-P4C, execução das armações das longarinas e transversinas, além do avanço da viga travessa do mastro P3, incluindo armação, formas e concretagens. Também foram iniciadas as atividades nos mastros P3 montante e jusante, com previsão de protensão nas próximas etapas da obra.

As intervenções reforçam o compromisso do DNIT em manter a infraestrutura rodoviária federal em condições adequadas de uso, promovendo maior segurança viária, melhoria da mobilidade e fortalecimento da logística de transporte no Pará. A continuidade das obras representa um investimento estratégico para o desenvolvimento regional, contribuindo para a integração dos municípios, a redução dos custos de transporte e o crescimento econômico da Amazônia.


Fonte: br230pa.com.br

Gargalo na Saúde do Xingu: Ampliação do Hospital Regional de Altamira Avança Sob Pressão de Crise por Leitos e Óbitos na Fila de Espera

terça-feira, junho 30, 2026

Entre Promessas de Expansão, Obras no Regional da Transamazônica Avançam sob Críticas à Gestão da Saúde no Xingu

ALTAMIRA (PA) — O Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop), deu início às obras de fundação para a ampliação e modernização do Hospital Regional da Transamazônica (HRT), em Altamira. A intervenção institucional, que prevê o acréscimo de 35 novos leitos de UTI e um setor inédito de hemodinâmica, ocorre em um momento de extrema saturação estrutural. A escassez de vagas crônica na Região de Integração do Xingu tem gerado severas críticas da sociedade civil organizada e, em casos mais graves, resultado em óbitos de pacientes que não resistem ao tempo de espera por transferência.

Embora o Estado classifique a obra como um avanço na descentralização da saúde, lideranças locais e movimentos sociais pontuam que a expansion chega com anos de atraso. Inaugurado em 2006, o hospital passou quase duas décadas sem ampliações proporcionais ao crescimento demográfico dos nove municípios que atende na rodovia Transamazônica, operando historicamente no limite de sua capacidade de média e alta complexidade.

O Custo da Espera: Falta de Estrutura Provoca Mortes Crônicas

As deficiências na infraestrutura do HRT têm gerado mobilizações populares recorrentes na região. A falta de vagas de Terapia Intensiva obriga o Ministério Público do Estado (MPPA) e a Defensoria Pública a intervirem rotineiramente por meio de ações judiciais para tentar garantir leitos a pacientes em estado crítico.

Mesmo com a judicialização, a demora na regulação médica é fatal. Casos recentes de repercussão regional, como o óbito de lideranças indígenas locais que aguardaram mais de uma semana por uma vaga de UTI adequada, além de idosos vítimas de Acidente Vascular Cerebral (AVC) retidos em macas improvisadas em unidades de pronto atendimento, evidenciam que a atual malha hospitalar já entrou em colapso técnico.

"Duas filas paralelas se formaram no Xingu: a dos pacientes que esperam por exames e consultas especializadas, que chegam a demorar mais de um ano, e a fila da urgência por UTI, onde a lentidão do sistema dita quem sobrevive", aponta o histórico de relatórios de direitos constitucionais fundamentais da promotoria local.

Detalhes Técnicos e o Impacto Futuro dos Novos Leitos

O projeto executivo em andamento conta atualmente com cerca de 70 operários, com projeção de chegar a 100 profissionais. O foco principal é a abertura de 35 novos leitos críticos, uma tentativa de mitigar o déficit da região:

  • 16 leitos destinados à UTI Adulto;
  • 15 leitos para a UTI Neonatal;
  • 04 leitos para a UTI Pediátrica.

O reforço nas alas neonatal e pediátrica atinge diretamente um dos maiores gargalos da região, que frequentemente obriga famílias a enfrentarem o desgaste de transferências aéreas de alto risco para Belém, Santarém ou Marabá.

As obras de ampliação do HRT avançam de forma silenciosa com a unidade hospitalar funcionando normalmente. Foto: Agência Pará.

A inclusão da ala de hemodinâmica — voltada para diagnósticos e procedimentos cardiovasculares e neurológicos minimamente invasivos — promete preencher um vazio assistencial técnico. Contudo, médicos que atuam no interior do estado ressaltam que a entrega física das paredes e equipamentos precisará vir acompanhada de uma política eficiente de fixação de profissionais médicos especialistas, sob o risco de os novos setores operarem subfaturados por falta de pessoal qualificado.

Cobrança por Respostas Imediatas

A execução da obra está sob a gestão da governadora Hana Ghassan e do secretário da Seop, Arnaldo Dopazo. No entanto, para os moradores da Transamazônica, o canteiro de obras em andamento é um alento que divide espaço com a urgência diária das ambulâncias. Enquanto os trabalhos de fundação avançam no solo do hospital, a sociedade civil e os conselhos de saúde mantêm o alerta técnico: a saúde do Xingu não pode esperar o tempo cronológico das agendas políticas.

Com informações de: Agência Pará e SEOP

Galpões: os novos protagonistas do desenvolvimento econômico e logístico em Altamira

terça-feira, junho 23, 2026
Foto: Divulgação

Observando o fenômeno logístico na Grande Belém, o interior do Pará também começa a desenhar sua própria revolução silenciosa. Se na capital a corrida por condomínios logísticos é impulsionada pela posição estratégica para abastecer a Amazônia, no coração da Transamazônica, o município de Altamira desponta como o novo polo de atração para investimentos em armazenagem e distribuição regional.

Altamira vive um momento de consolidação econômica estrutural. Sendo o maior município em extensão territorial do país, a cidade conta atualmente com uma população estimada em 138,7 mil habitantes e um Produto Interno Bruto (PIB) que alcança a marca de R$ 3,9 bilhões. Esse dinamismo garantiu ao município uma posição de destaque no Ranking de Empreendedorismo, conforme aponta o site Caravela, figurando entre as 11 melhores cidades do estado do Pará para se fazer negócios.

Diferente de Belém, onde grandes corporações como o Magazine Luiza têm instalado centros de distribuição massivos com dezenas de milhares de metros quadrados, em Altamira o foco mercadológico se volta para a distribuição regional e o suporte às cadeias do agronegócio, comércio local variado e serviços.

O comércio da cidade já conta com mais de 56 modalidades diferentes, gerando uma demanda crescente por espaços que otimizem a intralogística. Nos bastidores do mercado imobiliário local, a procura por terrenos e galpões comerciais de grande porte — como estruturas de mais de 2.700 m² destinadas à locação comercial no centro urbano — começa a aquecer. Empresas enxergam na cidade a centralidade geográfica necessária para estocar e escoar produtos ao longo do eixo da rodovia BR-230 e municípios vizinhos, como Brasil Novo, Uruará e Medicilândia, que juntos lideram a abertura de novas empresas na região.

Assim como destacado, o fortalecimento da economia amazônica deve acelerar ainda mais a descentralização dos estoques. Para Altamira, investir na verticalização e modernização de seus galpões não é apenas uma tendência imobiliária, mas uma necessidade estratégica para sustentar o ritmo de crescimento de uma das economias mais promissoras do interior paraense.

Por: Portal Pérola do Xingu | Com Informações: Caravela

Prefeitura de Altamira deve assinar durante está quinta-feira 28 a ordem de serviço para construção da UBS Buriti

quarta-feira, maio 27, 2026

 

A Prefeitura de Altamira através do Governo Federal realizará, nesta quinta-feira, 28 de maio, a cerimônia para realizar a assinatura da ordem de serviço para a construção da Unidade Básica de Saúde (UBS) no Bairro Cidade Jardim/Ibiza (Loteamento Buriti). O evento deve acontecer às 17h, na Rua A31, ao lado da EMEIF Maria Luiza da Silva Holanda, Quadra 139.

A nova UBS será construída pelo Governo Federal, através do Programa Novo PAC em parceria com a Prefeitura de Altamira, com atuação da Secretaria Municipal de Planejamento (SEPLAN) em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SESMA).

A obra deve levar mais dignidade, conforto e qualidade vida aos moradores dessa região, que quando necessita de atendimento medico percorre mais de 4 km, até o centro da cidade quando não consegue agendamento para consultas com o medico e atendimento na unidade básica do bairro que já não suprir a demanda. A expectativa é que a nova estrutura beneficie diretamente moradores do Cidade Jardim (Buriti), bairro Ibiza e regiões próximas.

O Governo Federal consolida um marco histórico em Altamira ao viabilizar a construção de mais equipamento público essencial para a qualidade de vida local. Com a assinatura da ordem de serviço, inicia-se oficialmente a execução de um projeto que irá impactar de forma positiva a vida de muitas famílias. A nova UBS irá ampliar a rede municipal de saúde em uma região que exige infraestrutura proporcional ao seu crescimento populacional.

NOTA: Belo Sun informa que o Projeto Volta Grande permanece submetido ao processo de licenciamento ambiental brasileiro

Diante de grandes alardes  e especulações gerado nas redes sociais, Belo Sun se pronuncia e afirma que o Projeto Volta Grande permanece submetido ao processo de licenciamento ambiental brasileiro

Foto: Belo Sun - Vista aérea do Rio Xingu na volta Grande.

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elo Sun informa que o Projeto Volta Grande permanece submetido ao processo de licenciamento ambiental brasileiro, em caráter faseado, condicionado e sujeito à avaliação dos órgãos competentes.

A Licença de Instalação nº 3698/2026 estabelece e autoriza parâmetros específicos para a atual etapa do empreendimento, e condiciona etapas futuras à apresentação de estudos técnicos complementares, avaliações ambientais, cumprimento de condicionantes e aprovações regulatórias aplicáveis.

É fundamental reforçar, ainda, que o projeto não prevê captação nem desvio de água do Rio Xingu para suas operações e que soluções relacionadas à disposição de rejeitos deverão observar a legislação brasileira, os estudos técnicos atualizados, os padrões aplicáveis, as condicionantes da licença e as aprovações cabíveis dos órgãos competentes.

A Belo Sun iniciou uma nova fase de revisão técnica do projeto, com a contratação da G Mining Services para conduzir uma Technical Gap Analysis, termo em inglês para análise de melhorias técnicas, à identificação de eventuais necessidades de atualização e ao suporte às próximas etapas técnicas e regulatórias do empreendimento.


Fonte: Belo Sun Mineração

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